Tratado de Schengen

O tratado de schengen é uma importante medida entre países europeus, que facilitou a vida da população e dos turistas, regulamentando a livre circulação em muitos destes países, deixando assim a burocracia para o passado e possibilitando um intercâmbio cultural. O primeiro esboço para o acordo foi em 1985, passando por diversas mudanças e acoplando muitos países.Tratado de Schengen

Tratado de Schengen

O nome do tratado tem relação com a região de nome homônimo, onde as margens do Rio Mosela ficava próxima a tríplice fronteira entre França, Alemanha e Luxemburgo. Nesta região aconteceu o primeiro tratado de livre fronteira, onde a população destes países podia circular livremente, facilitando assim a economia e ajudando na boa estruturação turística e social da região, onde os povos puderam interagir mais e ainda por cima fazer um intercâmbio cultural.

O primeiro acordo aconteceu em 1985, incluindo os países: França, Alemanha e Luxemburgo. Após estes países, aderiram a medida sucessivamente os seguintes países:

  • Itália – 1990
  • Espanha – 1991
  • Portugal – 1991
  • Grécia – 1992
  • Áustria – 1995
  • Dinamarca – 1996
  • Finlândia – 1996
  • Islândia – 1996
  • Noruega – 1996
  • Suécia – 1996
  • Reino Unido – 1999
  • Irlanda – 2000
  • Chipre – 2004
  • Estónia – 2004
  • Eslováquia – 2004
  • Eslovénia – 2004
  • Hungria – 2004
  • Letónia – 2004
  • Lituânia – 2004
  • Malta – 2004
  • Polônia – 2004
  • República Checa – 2004
  • Suíça  – 2004/2005
  • Bulgária – 2007
  • Romênia – 2007
  • Liechenstein – 2008

O tratado tem como objetivo abrir o espaço para o turismo e para a circulação de cidadãos europeus. Nas fronteiras, não são exigidos documentos como vistos e coisas do tipo, sendo exigido apenas o passaporte para a verificação da validação da voagem. Sendo obrigatório comprovar possuir um seguro viagem de até U$S 30.000 para assistência médica ou acidente para viajar nos países do tratado.

Um turista ou um cidadão europeu pode circular por praticamente toda Europa, sem ter que preocupar-se com questões burocráticas de vistos e validação de passaporte. Porém engana-se quem pensa que é fácil alojar-se em países desenvolvidos como os europeus, pois todos os cidadãos fixos (que realmente moram no país) tem um documento diferenciado, que não estará disponível para nenhum turista ou estrangeiro sem condições de moradia fixa.

Viaje por toda Europa

A grande vantagem deste tratado é permitir que os turistas possam viajar por toda Europa sem precisar de processos burocráticos, ou seja, você pode escolher começar em leste ou oeste e progressivamente evoluir por toda Europa, conhecendo diferentes culturas, diferentes economias e diferentes paisagens históricas.

Nos planos de viagem para a Europa dificilmente foca-se apenas em um país, sendo este tratado um grande trunfo para as agências de viagens, que conseguem fazer um trajeto muito completo sem precisar de grande trabalho com questões de liberdade de acesso, portanto uma vez dentro da Europa, o turista poderá circular livremente e aproveitar do melhor disponível no velho continente.

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